quarta-feira, 31 de agosto de 2011

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Parece que todas as revoluções terminam com o culto à personalidade – mesmo os chineses parecem precisar de um grande-pai. Penso que isto ocorre em Cuba também, com Che e Fidel... Na tradição do comunismo ocidental, teríamos que criar uma imaginação dos próprios trabalhadores serem para si mesmo a figura do grande-líder.



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